O filme é ambientado entre 1976 e 1998 e conta uma história comovente de amizade cultivada através da troca de cartas entre Mary Dinkle, uma menina solitária de 8 anos que vive num subúrbio de Melbourne, e Max Horovitz, um homem de 44 anos que sofre de compulsão alimentar, obesidade grave, síndrome de Asperger, mora em Nova Iorque, é judeu e ateu.
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domingo, 25 de abril de 2010
Por dentro da Síndrome de Asperger com "Mary e Max"
Para quem deseja aprender um pouco mais sobre a condição do portador da Síndrome de Asperger (um transtorno invasivo do desenvolvimento, quadro do espectro autístico) e ao mesmo tempo usufruir uma produção australiana de altíssima qualidade não pode perder a animação longa-metragem "Mary e Max - Uma amizade diferente", em cartaz nos cinemas. O filme é uma produção de 2009 mas só entrou em cartaz este mês no Brasil, é dirigido e escrito por Adam Eliot e já foi o vencedor de alguns prêmios (o "Annecy Cristal" do Annecy International Animated Film Festival, em junho de 2009; a melhor animação no Asia Pacific Screen Awards, em novembro de 2009).
O filme é ambientado entre 1976 e 1998 e conta uma história comovente de amizade cultivada através da troca de cartas entre Mary Dinkle, uma menina solitária de 8 anos que vive num subúrbio de Melbourne, e Max Horovitz, um homem de 44 anos que sofre de compulsão alimentar, obesidade grave, síndrome de Asperger, mora em Nova Iorque, é judeu e ateu.
O filme é ambientado entre 1976 e 1998 e conta uma história comovente de amizade cultivada através da troca de cartas entre Mary Dinkle, uma menina solitária de 8 anos que vive num subúrbio de Melbourne, e Max Horovitz, um homem de 44 anos que sofre de compulsão alimentar, obesidade grave, síndrome de Asperger, mora em Nova Iorque, é judeu e ateu.
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